Tássio Brito tem vitória validada pelo PT Nacional na Bahia
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Política
Em conversas reservadas com o Grupo A TARDE, aliados reconhecem a ausência de nomes dispostos ao 'sacrifício'.
Por: Salvador Notícias
Foto: Valter Pontes/Secom
ACM Neto (União Brasil), ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao governo da Bahia em 2026, enfrenta dificuldades para montar sua chapa majoritária. Apesar de ser o principal nome do grupo, ele lida com a falta de aliados dispostos a assumir cargos importantes. Embora Neto continue sendo a principal opção para a disputa, o cenário é mais complicado que em 2022, quando foi derrotado, mesmo sendo considerado favorito.
Neto tem desafios como a perda de apoio de partidos como PP e PDT e a busca por um nome para vice e dois senadores. Nomes como o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, e o prefeito de Jequié, Zé Cocá, foram cogitados, mas recusaram o convite. A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, também foi considerada, mas rejeitou a ideia.
A única opção viável atualmente parece ser Rodrigo Hagge, ex-prefeito de Itapetinga, mas ele ainda não demonstrou interesse. Aliados também destacam o isolamento político de Neto, que não tem conseguido formar alianças e corre o risco de repetir os erros de 2022, quando escolheu a empresária Ana Coelho como vice, uma decisão criticada na época.
Em 2022, Neto perdeu a eleição para Jerônimo Rodrigues (PT), mesmo com uma ampla coligação e apoio financeiro.
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