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Economia
Medida de Trump cria barreiras de 25% para todas as importações de aço e alumínio aos EUA.
Por: Salvador Notícias
Foto: Getty Images/iStockphoto
Se as tarifas dos Estados Unidos sobre aço e alumínio forem implementadas, especialistas afirmam que o Brasil precisará diversificar seus mercados de exportação, especialmente devido à queda da demanda da China. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciará tarifas de 25% sobre as importações de aço nesta segunda-feira (10). O Brasil exporta US$ 5,7 bilhões para os EUA, e a China é o segundo maior destino, com US$ 1,27 bilhão.
Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos, explica que, mesmo com foco na China, o Brasil não conseguirá compensar as exportações perdidas para os EUA, devido à desaceleração da demanda chinesa por aço. As compras da China de minério de ferro devem aumentar, mas isso reduzirá a necessidade de importar aço.
Marcela Franzoni, professora do Ibmec-SP, destaca que diversificar mercados pode ser desafiador no curto prazo, já que a estrutura produtiva brasileira está focada nos EUA. Cruz sugere que o Mercosul-União Europeia pode ajudar a facilitar essa transição, com foco em outros mercados europeus.
Uma alternativa seria negociar condições especiais para o aço brasileiro nos EUA, como foi feito em 2019, quando o Brasil evitou as tarifas através de cotas de importação.
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